Vail, Colorado, USA – um vilarejo de montanha com ares europeus

Um tempo atrás, André foi a um evento de negócios em Denver. Como passaria alguns dias por lá, resolveu pesquisar opções de passeios bacanas na região. E foi assim, meio sem querer, que ele acabou descobrindo um destino turístico fantástico.

No verão, a paisagem é verde e florida, e hikers e mountain bikers dividem o espaço com turistas comuns. No inverno, a montanha se veste de branco e saúda os esquiadores e… os turistas comuns. O riacho que corta a cidade muda de cara, mas continua dando aquele ar de cidade do interior ao lugar. Não importa a estação, Vail Village é sempre um charme e encanta a todos que a visitam, sejam esportistas ou não.

Chegando em Vail

Alcançar o estado do Colorado desde Porto Alegre não é nada fácil. A viagem, longa, ultrapassa as 24 horas e inclui conexões em Lima e Miami e um pernoite em Denver. Mas há outra opção, se você já estiver nas maiores cidades americanas pode pegar um voo direto até o aeroporto mais próximo, Eagle  Airport, que fica a 50 quilômetros de Vail.

Como chegamos por Denver, escolhemos um hotel nos arredores do aeroporto para facilitar a nossa vida no dia seguinte, o Hyatt House Denver Airport  (que até bem pouco tempo atrás se chamava Hyatt Summerfield Suites). Encontrar um quarto aconchegante e bem decorado depois de tantas horas de voo foi reconfortante.

O apartamento era por apenas uma noite, mas teria conforto suficiente para períodos mais longos, com sua cozinha completa, sala com sofá em L e TV de LCD e amplo banheiro, além de internet wi-fi. Quando acordamos de manhã e olhamos pela janela, nos deparamos com o primeiro cenário gelado da viagem.

Após um legítimo breakfast americano, com direito a bagel e ovos mexidos enquanto admirávamos os carros cobertos de neve lá fora, pegamos um shuttle free do hotel para o aeroporto. De lá, pegamos outro shuttle até Vail, que fica a 180 quilômetros de Denver, ou duas horas e meia de distância do aeroporto. Quem nos levou foi a Colorado Mountain Express.

A estrada, como a maioria das estradas americanas, tem excelentes condições e oferece uma paisagem diferente. Em contraste com a neve branca e o céu muito azul, pinheiros verdes salpicados de floquinhos e algumas casas perdidas no meio do nada.

   

Algumas se destacam na paisagem. Essa casa futurista, localizada na Genesse Mountain, chama-se Sleeper House e foi locação de um filme de Woody Allen, Sleeper (O Dorminhoco). Também tem outros nomes, como Star Trek House, Jetson House, Flying Saucer House. Muito apropriado, não?

A viagem contou com uma breve pausa para um café – adivinha aonde. Acredite ou não, a Starbucks está presente inclusive nas estradas deste país.

Alguns detalhes chamam a atenção, como esta runaway truck ramp, uma rampa de escape caso algum veículo se perca nos freios nessas pistas que podem ser bem escorregadias quando neva.

E já da estrada podemos ver algumas estações de esqui. Uau, aqui temos algo que não é para amadores!

E não muito tempo depois avistamos um pequeno vilarejo espremido entre a estrada e a montanha. Chegamos a Vail Village! E viva o subzero!

Conhecendo Vail

Vail é um resort de esqui localizado num vale junto às Rocky Mountains, ou Montanhas Rochosas. A cidade é pequena, não tem muito mais do que 2 quilômetros de extensão, menos de 5 mil habitantes e está aos pés de Vail Mountain, a maior área esquiável dos Estados Unidos (e também considerada a melhor). É vizinha e concorrente de Aspen, destino da grande maioria dos brasileiros que querem esquiar no Colorado.

Vail nasceu do sonho e do empreendedorismo de Pete Seibert, esquiador profissional de elite e veterano da Segunda Guerra, que descobriu o lugar em 1957. Ele é considerado pioneiro no desenvolvimento de resorts de esqui e estabeleceu o padrão seguido pela América e pela Europa. Conhecendo o lugar, fica fácil imaginar o porquê.

Às vezes é difícil acreditar que estamos nos Estados Unidos. Vail tem ares europeus.

Uma arquitetura alpina em contraste com montanhas nevadas. O uso de madeira, pedra natural e cores neutras traz uma grande harmonia ao conjunto arquitetônico.

        

Vez ou outra surgem alguns elementos mais coloridos.

Na maior parte do vilarejo não transitam carros. No máximo o shuttle que vai de ponta a ponta (e que, a propósito, é de graça).

East Meadow Drive

Gore Creek Drive, a rua principal

É incrível como podemos nos acostumar facilmente com essa tranquilidade pelas ruas, tão rara nos dias de hoje.

E descobrir alguns recantos mais tranquilos ainda.

A natureza está totalmente integrada ao vilarejo. A montanha, com suas pistas de esqui, é visível de todos os pontos.

Aliás, as pistas de esqui quase invadem algumas casas. E que casas! Quem não adoraria um refúgio de montanha desses?

Gore Creek, o riacho que corta a cidade, é presença bucólica na paisagem. As pontezinhas que o cruzam dão um charme a mais ao lugar.

As suas margens, geladas nessa época, são facilmente alcançadas e bancos espalhados ao longo delas convidam à contemplação (se o frio de temperaturas negativas permitir).

A vegetação é composta basicamente por pinheiros de cor verde intensa e aspens de cores pálidas.

As aspens são árvores típicas dessas regiões muito frias. No inverno elas estão completamente sem folhas, mas no outono elas se transformam; suas folhas ganham uma cor amarela muito intensa e inspiram pintores, fotógrafos e românticos em geral. Eu achei graça nesse aspecto do caule, lembrando olhos abertos e vigilantes.

Um fato curioso é a grande quantidade de esculturas espalhadas pela cidade.

Aqui, nas margens do riacho, uma homenagem aos ski troopers, os soldados-esquiadores da Décima Divisão de Montanha que treinaram naquela região antes de seguir para o front nos Alpes, na Segunda Guerra.

 

As temáticas das esculturas seguem bem variadas: crianças, animais, índios, personalidades conhecidas. Einstein tem cadeira cativa por lá. Nem sente mais frio. E ainda bem que os alces são de mentirinha!

         

Mas a grande atração são os ursos de gelo. Uma homenagem justa a este animal que, de vez em quando, pode ser visto passeando pela cidade (obviamente não na versão polar).

Aqui, criador e criatura. O artista cuidando da manutenção da sua obra, que ganhou até bolo de aniversário com velinhas. Provavelmente para homenagear os 50 anos que Vail completa em 2012.

E vejam esse carrinho de pipoca cheio de bossa que se destaca bem no meio da rua. É o único representante da baixa gastronomia que encontramos.

Vendem sanduíches, pretzels e outras coisinhas do gênero. E uma curiosidade: não vimos nenhum McDonald’s por lá. A única loja de rede de alimentação que conseguiu se instalar no resort foi, adivinhe, a Starbucks. Agora, falando em restaurantes… posso dizer que são um capítulo a parte. A gastronomia é uma das estrelas do lugar e merece um post dedicado.

Obviamente as compras também são um capítulo importante. Afinal, estamos nos Estados Unidos, não? A cidade conta com um centro comercial localizado junto a um complexo de condomínios, chamado Solaris, que concentra lojas, restaurantes, galerias de arte, cine-bistrô (isso mesmo, cinema com jantar) e até um rinque de patinação.

Espalhadas pela cidade, encontramos muitas lojas de roupas esportivas – só a The North Face possui três unidades no vilarejo. Perfeito para comprar aquele casaco impermeável pela metade do preço que custaria no Brasil (se for sua primeira vez num lugar frio de verdade, não leve nada daqui, compre tudo lá).

Existem também lojas especializadas em casacos de pele e outras em botas e chapéus, tudo no melhor estilo cowboy/cowgirl – afinal estamos no Colorado. Já as lojas de roupas convencionais não são muito atrativas. Para ser bem sincera, são bregas, o que acho admirável em se tratando de um destino de férias premium. Uma que outra vitrine elegante, como esta da grife italiana Loro Piana, famosa pelos seus cashmeres, e olhe lá.

Não estranhe essas polainas de pele, elas são presença constante nas pernas das mulheres que desfilam pelas ruas de Vail. Uns dias na cidade e até eu já estava cobiçando um par desses… que provavelmente nunca usaria no Brasil.

Galerias de Arte – uma agradável surpresa

Uma coisa que realmente impressiona é a quantidade e a qualidade das galerias de arte que a cidade possui – são 15 somente em Vail Village. Nos vilarejos vizinhos de Lionshead e Beaver Creek há mais 7 delas. Visitá-las é um programa imperdível e mata aquela vontade de um museuzinho.

A Vail Village Arts vende objetos de arte inusitados, com uma pitada de surrealismo.

    

Logo ao lado está a Pismo Gallery, mais com cara de loja, mas imbatível em objetos de vidro de ótimo design. Perfeito para comprar algo diferente e assinado como as peças da californiana Kliszewski.

Abri mão da minha “tarde livre para compras” para visitar algumas outras. Muitas delas estavam oferecendo coquetéis, mas aparentemente não eram eventos fechados pois pude circular livremente por elas. Fui muito bem recebida em todas.

A Claggett/Rey Gallery, um tanto escondida para quem passa, internamente lembra muito um museu, com cores mais escuras, muita madeira, a iluminação adequada para cada obra. Em destaque estavam as pinturas de Jim Rey, que retratam o estilo de vida do oeste americano: paisagens, cavalos, cowboys, cavalgadas.

Na Vail International Gallery tive direito até a um curto tour guiado. Descobri que eles enviam as obras para qualquer endereço no mundo e vi uma exposição de esculturas enormes em metal que pareciam saídas de filmes de ficção científica. Apresentando, Bates Wilson.

Outra muito interessante é a Tony Newlin Gallery, do fotógrafo Tony Newlin. Tivemos a oportunidade de conhecer o próprio, que além de simpático é extremamente talentoso.

Suas fotografias parecem pinturas, em algumas delas fica difícil diferenciar uma arte da outra. A temática é sempre a natureza e a vida selvagem de diversas partes do mundo. As fotos de animais na África e das aspens trees no outono do Colorado são divinas. Aliás, ele recomendou que voltássemos a Vail num outono, não na primavera; após o degelo estar concluído e as aspens amareladas. Dica anotada.

Mas a minha preferida foi a Masters Gallery, pela arquitetura interna, o acervo eclético, o visual do conjunto. Do lado de fora da galeria, esculturas de bronze; a da primeira foto é de Gib Singleton, chamada de “Pony Express”, e uma original custa algo em torno de 140 mil dólares.

   

Gostei muito dos trabalhos de James Scoppettone, um pintor impressionista americano inspirado em Monet e Sisley, de David DeVary, um pintor contemporâneo cujo tema eram cowgirls super fashion, e de Malcolm Farley, outro contemporâneo focado em retratos coloridos de esportistas em plena ação e popstars.

O índio americano, um símbolo do Colorado

Com uma carteira recheada, teria saído dali com as paredes de casa completamente redecoradas!

A natureza a poucos passos de distância

Saindo um pouco do Centrinho, a apenas alguns passos chegamos a lugares onde é possível contemplar a natureza na mais absoluta paz.

Apreciar as margens não urbanizadas e cobertas de neve de Gore Creek.

Ter a surpresa de encontrar esquilos, essas adoráveis criaturas – felizmente, nem a rigidez do inverno os impediu de virem dar o ar da graça…

E quanto mais longe do centro, mais neve encontramos. Por ali demora mais a derreter.  Impressionante a camada acumulada sobre este quiosque.

Um belo passeio que não requer carro. Imagine a qualidade de vida em morar ali.

Como é inverno, escurece cedo. Essa bela visão do sol se despedindo no pico das montanhas nevadas acontece antes das cinco da tarde.

E é muito provável que os visitantes de Vail tenham esse privilégio. Não é qualquer lugar lugar do globo que pode se orgulhar em dizer que possui mais de 300 dias de sol por ano! Em tempos de mudanças climáticas drásticas, realmente me conforta saber que existem lugares assim, como Vail, onde o sol sorri na maior parte do tempo.

O que as fotos não mostram

Tem uma coisa que é difícil de capturar nas fotos, e também não é assim tão fácil de encontrar por aí. Estou falando de gentileza.

Fazia muito tempo que eu não me impressionava com a atitude das pessoas. É cidade pequena, é cidade turística, eu sei; mas conheço similares que não chegam nem perto nesse quesito. Vail chama a atenção em termos de atendimento de qualquer espécie, seja no hotel, no restaurante, na loja, em qualquer lugar. Me impressionei em ver um atendente da Starbucks sorrindo e cantarolando em plena tarde de Natal; todos se divertindo, ele trabalhando, mas tudo bem.

Mas a gentileza não está restrita ao atendimento dos estabelecimentos. Se você derruba alguma coisa no chão, na rua, já aparece alguém para alcançar; você entra no elevador, a pessoa que está lá dentro já puxa papo. E ninguém inicia uma conversa sem perguntar como você está. Teve um dia em que pegamos o shuttle para o vilarejo vizinho de Lionshead. Estávamos olhando uma placa de informações e um morador se aproximou para saber se precisávamos de ajuda. Agradecemos mas ele esticou a conversa e ainda nos acompanhou até nosso destino. Uma conversa muito agradável, perguntou do Brasil, contou que já morou em New York, deu dicas de esqui. Então se despediu e foi embora. Às vezes, morando em cidade grande, nos esquecemos como essas pequenas coisas são importantes e transformadoras, tornando a vida tão mais leve e mais fácil.

Outra coisa que não está nas fotos é a temperatura permanentemente abaixo de zero. Impossível, absolutamente impossível sair na rua sem gorro, luvas e cachecol! Mas aí já entramos no assunto do próximo post, os encantos de inverno de Vail: Natal, neve e muito, muito esqui!

Maiores Informações:

Hyatt House Denver Airport 

Colorado Mountain Express

Vail – site oficial

Masters Gallery

Vail International Gallery

Claggett / Rey Gallery


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Sobre Pati Venturini

Engenheira, blogger, chocolatière na Méli-Mélo Chocolat e co-autora do blog de gastronomia e viagens De Garfos e De Quartos.
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18 respostas para Vail, Colorado, USA – um vilarejo de montanha com ares europeus

  1. guilhermeatencio disse:

    Que lugar fantástico!
    Eu sempre tive a impressão (errada) de que estes lugares eram basicamente a pista de esqui e o hotel. Não imaginva esta estrutura com galerias de arte, lojas e tudo mais.
    Cada vez que leio algum dos posts de vocês, muda meu conceito sobre o lugar.
    Parabéns, vocês fazem um trabalho incrível, saindo completamente do lugar-comum e da monotonia dos roteiros e programas de viagem,

    • Oi Guilherme, obrigado pelo comentário! Algumas estações de esqui como Valle Nevado ou Portillo são mesmo hotel e pista, porque são de acesso mais restrito. Vail Village está no pé da montanha, então é outro tipo de Infraestrutura. Abs, André.

  2. Pingback: Vail parte 2 – Inverno: Natal Branco e Muito Esqui | De Garfos e de Quartos

  3. Pingback: Vail parte 3 – Verão: Tudo Verde de Novo | De Garfos e de Quartos

  4. Marcelo disse:

    Realmente um lugar fantástico. Estamos planejando para o ano novo e, se possível, gostaria de algumas dicas além das muitas que vcs já deram aqui. Primeiramente, se o local ideal para se hospedar é mesmo no centro, pois a gente quer esquiar mas também aproveitar a cidade!? E outra, se estando ali nós estaremos próximos das pistas ou se teremos que nos deslocar muito?
    Agradeço desde já e aproveito para parabenizar o post.

    • Oi Marcelo, Vail é uma excelente escolha para o ano novo, vocês não irão se arrepender. Os meios de elevação estão literalmente a metros da vila. Existem dois “polos”, Vail Village e Lionshead. Vail Village tem mais opções de restaurantes e lojas, Lionshead possui alguns dos hoteis mais novos, mas na prática tanto faz, é muito fácil ir de uma para outra. O resort inteiro é bem pequeno, você sempre estará a uma distância caminhável da montanha. Se não quiser caminhar, ou se estiver com os esquis, é só pegar o serviço gratuito de ônibus que percorre as duas. E a montanha é tão cortada por pistas, que é possível pegar a gôndola em Lionshead e descer pelas pistas até Vail Village, ou ao contrário.

      Fora dali, em lugares como Vail West, você vai ficar mais afastado do agito e das pistas, e vai precisar pensar no deslocamento. Beaver Creek (a alguns quilometros de Vail) tem sua própria montanha e meios de elevação, e o passe de Vail vale lá também, mas não estive lá. Minha recomendação é ficar ou em Vail Village ou em Lionshead, e curtir a conveniência de esquiar até praticamente a porta do hotel.

      Abraço,

      André.

  5. diva disse:

    oi,achei lindas as fotos…..

  6. Adriano disse:

    Estou programando a minha viagem para esse final de ano e esse seu post foi muito rico e me auxiliou muito. Obrigado.

  7. Anick disse:

    Adorei suas fotos e comentários. Vamos para o Colorado eu, marido, filho de 9 anos e sobrinho de 12 – primeira vez que ambos verão neve! – em fevereiro de 2014. Nossa dúvida ainda é Vail ou Aspen. você foi a Aspen também? Saberia indicar qual mais bacana para eles fazerem snowtubing e outras atividades na neve? Quantos dias considera ideal? Muito obrigada! Anick

    • andremazeron disse:

      Oi Anick, obrigado pelos elogios! Não estivemos em Aspen, então não vou arriscar a comparação. Eu diria que uns 6 dias é o suficiente para quem não é praticante e fã das atividades de neve. É o tempo suficinete para conhecer as pistas, fazer aula, etc. Mas depende muito das atividades que farão. Se resolverem fazer aulas de ski ou snowboard (e eu recomendo muito, ainda mais na idade deles), podem até achar pouco!

      Abraços e boa neve para vocês!

      André

  8. Pingback: Vail parte 3 – Verão: Tudo Verde de Novo | De Garfos e de Quartos

  9. Justus Sant Anna disse:

    Incrível seus posts!! Parabéns pela página e por toda essa informação que nos proporcionam .

    Gostaria de uma resposta mais específica de vocês sobre o serviço de shuttle no aeroporto assim como a questão de shoppings e outlets por lá (…) A e gastronomia também!!

    Eu e minha esposa estamos planejando visitar vail em novembro, uma viagem de aproximadamente 15 dias. Porém gostaria de saber um custo médio do serviço de shuttle em relação a empresas aéreas/locadoras de veículo. Se puderem informar a questão de dirigir para Vail ( partindo de Dever) ser ou não uma boa ideia também me ajudaria muito.

    O que podem me dizer dos restaurantes da região? Vinhos?

    E por fim, além da diversão com patinação e os esportes na neve gostaria de saber um pouco sobre shoppings e outlets por lá. Minha esposa quer comprar bolsas rsrs. Já estivemos na Flórida e ela amou!

    Desculpem a inconveniência de tantas questões mas talvez pela experiência que demonstraram no post, você vão poder nos ajudar.

    Muito obrigado e mais uma vez Parabéns pelo site!!

    • andremazeron disse:

      Olá Justus, que bom que você gostou dos posts. Vamos ficar devendo informações mais detalhadas, mas posso comentar que o Shuttle foi contratado junto com a compra do ski lift direto no site. Aluguel de carro depende dos teus planos na região, já que conforme colocamos, Vail é basicamente uma cidade para pedestres. A estrada para lá é excelente, mas o carro vai ficar parado a maior parte do tempo. Sobre restaurantes, nós colocamos um post especifico sobre isto, disponível aqui. Vail é uma cidade de pequenas lojas e boutiques, sem shoppings ou outlets. Mas você tem essa opção na passada por Denver.

      Abraço e boa viagem!

      André.

  10. Ingrid disse:

    Olá!
    Estarei em Denver em novembro para um Congresso.
    Tenho apenas um dia livre e além de estar encantada com a cidade, estou com saudades da neve.
    Vocês acham que vale a pena fazer um bate-volta a Vail?
    A Colorado Mountain disponibiliza transporte para Denver também?

    Parabéns pelo site!

    • Oi Ingrid, essa é uma pergunta difícil. A respota é “depende”. São 2,5 horas entre Vail e o aeroporto de Denver, de onde sai a van da CME. Devem ter outras empresas que saem de Denver direto, não conheço nenhuma para te indicar, mas a duração da viagem vai ser a mesma. Então são 5 horas de viagem, mais o voo da volta se for no mesmo dia.

      Quem sabe ao invés de fazer um bate-e-volta você vai no final da tarde do dia anterior com pernoite em Vail? Aí dá para aproveitar o dia inteiro.

      E se resolver ficar por Denver mesmo, dê um pulo no Denver Art Museum (http://denverartmuseum.org/), vale a pena.

      Abraço e boa viagem!

      • Ingrid disse:

        Muito obrigada pela resposta, André!
        Vou cogitar passar, pelo menos, uma noite em Vail.

        Abraço!

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