Curaçao, um pedaço da Holanda no Caribe

Verão chegando, tempo de praia. Para entrar no clima, resolvemos buscar nos arquivos algumas fotos de paraísos cor de turquesa dos quais já estamos com saudades.

Imagine uma ilha com praias paradisíacas e não muito cheias, temperatura média de 27ºC, praticamente sem chuvas e fora do cinturão de furacões. Adicione uma arquitetura interessante, um povo bonito e simpático, uma culinária rica e deliciosa e uma pitada de cultura. Tudo isso ao som dos contagiantes ritmos caribenhos que são ouvidos por toda a parte. Essa é a fascinante ilha de Curaçao, localizada próxima à costa da Venezuela.

É um Caribe relativamente perto e não muito caro. Hoje está ainda mais fácil chegar lá com os voos diretos operados pela Gol com saída de Brasília, ou seja, a chata e inconveniente passada por Caracas já pode ser eliminada. Digo isso por conta das inúmeras histórias que ouvimos na época e que continuamos a ouvir até hoje sobre turistas assaltados na tentativa de pernoitar na cidade ou malas arrombadas. Sendo assim, pernoite no aeroporto e malas devidamente plastificadas foram alguns dos cuidados que tomamos. E tudo certo.

Aeroporto de Caracas – não saia de lá!

A ilha de Curaçao não é nada pequena, alugar um carro é imprescindível. Quando se chega à capital Willemstad, o trânsito não fica devendo em nada às grandes capitais, ainda mais quando se passa pelos nervosos viadutos circulares que levam ao centro da cidade. Mas a vista dali é de cartão postal.

Vista de Punda

Willemstad é considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco. A arquitetura colorida é herança da colonização holandesa e está presente por toda a cidade, que é dividida em dois distritos de nome divertido: Punda e Otrobanda. As duas são interligadas pela ponte móvel Rainha Emma, que permite a passagem dos grandes navios que passam pelo porto da Baía de Santa Anna.

A parte colorida e cartão postal de Curaçao é Punda e conta as facilidades típicas de qualquer centro comercial: lojinhas, restaurantes, bancos. Aliás, as lojas por aqui são uma diversão à parte, já que a região do porto é duty-free.

       

O Iguana Café é um restaurante fácil de achar, pois está estrategicamente localizado, à beira da baía e com vista para o porto, a ponte e Otrobanda. Ali foi nosso primeiro encontro com a culinária crioula do lugar, e caímos de amores pelo camarão com molho apimentado e agridoce. Os drinks também são especiais, e a vista contribui para a experiência.

Otrobanda e a ponte móvel Rainha Emma

Otrobanda, literalmente o “outro lado”, além de ter uma ótima vista de Punda é uma parte mais residencial e conta com ótimos restaurantes, como o da casa vermelha à direita da foto. O imperdível De Gouverneur, casa do antigo governador Rouville, hoje é um restaurante charmoso e de ótima comida. Uma mesa na varanda com vista para o canal ou no jardim interno, à beira da fonte, será o cenário perfeito para provar a excelente comida típica que eles servem por lá. Nós fomos de Keshi Yena (queijo estufado com frango, azeitonas e ameixas, acompanhado de arroz temperado) e Karni Stoba (carne cozida com legumes à moda das Antilhas com batatas). Tudo absolutamente delicioso, com o marcante tempero caribenho e um atendimento muito simpático. Nota: reza a lenda que o governador ordenou que se pintassem todas as casas de cores diferentes pois elas eram originariamente brancas e isso lhe causava dor de cabeça. Sabe-se lá, mas ficou ótimo!

Também em Otrobanda fica o Forte Rif, que foi construído em 1828 e que hoje abriga o Riffort Village, um shopping center que inclui hotel e muitos bares e restaurantes, perfeito para um happy-hour.

       

Punda e Otrobanda merecem ser visitadas tanto de dia quanto de noite. De dia, compras, almoço, um passeio pelos casarios coloridos, pelo museu, uma pausa para olhar o entardecer. À noite, a iluminação e a brisa agradável convidam a um jantar ao ar livre seguido de uma voltinha ouvindo muita música caribenha. Bem com cara de férias!

Entardecer em Otrobanda, com vista para Punda

Um bangalô na praia

Saindo de Willemstad a paisagem muda bastante. Deixamos o casario europeu e colorido para trás e avistamos casas mais simples mas muito dignas, e vegetação predominante de cactos que confere ares quase desérticos ao lugar. Sintonizamos o rádio do carro numa estação qualquer e nos divertimos ouvindo música caribenha intercalada com comentários em Papiamentu, a língua local (uma incrível mistura de português e espanhol com inglês e holandês).

As praias mais bonitas de Curaçao ficam na parte norte da ilha, longe de Willemstad, e nós queríamos ficar pertinho delas para poder praticar uma de nossas atividades preferidas: mergulho. Sendo assim, o Lagun Blou Dive & Beach Resort pareceu uma boa escolha (com esse nome, como não seria?).

Trata-se de uma pousada com simpáticos bangalôs, construída em cima de uma formação rochosa ao lado da pequena Playa Lagun.

Quando entramos no nosso bangalô, a ficha caiu. Ao abrirmos as portas, o mar escandolosamente azul sorriu pra nós.

Bon Bini! O mar do Caribe nos dá as boas-vindas

Também já vimos mergulhadores fazendo a festa. À esquerda, mar aberto.

A escolha não poderia ter sido mais perfeita. Acordamos todos os dias com essa vista maravilhosa, estávamos perto das melhores praias e de quebra pudemos fazer um agradável e tranquilo mergulho noturno em Playa Lagun (não é todo dia que o ponto de mergulho está do lado de casa).

O bangalô é simples mas bem decorado em estilo praiano, com móveis de ratan branco, bancadas de madeira, estampas de conchas e até dossel na cama. Também é bastante amplo para duas pessoas: na parte de baixo há uma sala com varanda, cozinha e banheiro; na parte de cima, suíte com banheiro e terraço.

Para encher a geladeira e garantir o café da manhã é preciso aproveitar uma passada por Willemstad ou pegar a estrada e encontrar um mercadinho nas redondezas. A experiência de fazer compras em Papiamentu pode ser bastante interessante!

Entardecer bucólico em Playa Lagun

Praias para não esquecer jamais

As praias de Curaçao são as mais lindas que já vimos até então. As brasileiras que nos perdoem, mas a combinação de areia branca com mar azul turquesa é imbatível!

A maioria delas é privada e é preciso pagar a entrada, mas isso garante que elas tenham uma boa infraestrutura. No Brasil, quando não estamos num resort, somos obrigados a levar cadeiras e guarda-sol para a areia, e sofrer com a falta de banheiros. Lá isso não acontece, está tudo a disposição e em excelente estado de conservação.

Os pontos de mergulho são inúmeros, marcados por pedras pintadas, e normalmente a entrada pode ser feita a partir da praia, sem necessidade de barco (o chamado shore diving). Com cilindro ou sem, é imperdível. Nós somos mergulhadores autônomos e já tínhamos todas as praias marcadas no GPS, então bastou uma passada num dive center para alugar o equipamento e sair por aí em busca dos melhores mergulhos.

Apenas os nomes das praias são um tanto confusos. Talvez por conta do Papiamentu a mesma coisa possa ser escrita de várias formas.

Playa Cas Abao (ou Cas Abou ou Kas Abou)

A nossa preferida. Voltamos lá duas vezes, uma somente para relaxar sob os palapas, outra para mergulhar. Vimos pouca gente por lá, acredito que por pura sorte.

O azul turquesa do mar indica as partes mais rasas; ali o fundo é de calcáreo e corais quebrados, muito branco, o que torna o mar semelhante a uma piscina de azulejos. O mergulho de cilindro é feito na divisa entre a cor turquesa e a roxa, que é o ponto onde há mudança abrupta de profundidade – o paredão cheio de vida marinha. Sensacional.

Cas Abao convida a relaxar na areia admirando a cor do mar, fazer um mergulho livre com snorkel e nadar até a pequena plataforma ancorada não muito longe da praia.

A contemplação da fauna local é mais uma atividade zero stress nesse pequeno paraíso.

         

Lugar para lembrar que se está de férias e cogitar profundamente nunca mais voltar…

Playa Portomari (ou Porto Mari ou Porto Marie)

Portomari parece ser a praia com melhor infraestrutura entre todas, perfeita para passar o dia inteiro. Um ótimo bar/restaurante, banheiros, dive center, cadeiras e guarda-sóis em ótimas condições. O detalhe do caminho de lambris em plena areia é um pequeno luxo.

         

Se você não quiser pagar pela sombra e não se importar em dividir o espaço com algumas iguanas, pode se acomodar junto às árvores da encosta.

Um dos pontos fortes é o mergulho livre, devido à grande quantidade de reef balls espalhadas no mar (tratam-se de bolas ocas de concreto com diversas aberturas que são colocadas propositalmente no mar para o desenvolvimento de recifes artificiais).

Tudo isso atrai muitos turistas vindos de cruzeiro, especialmente europeus (atenção, alerta topless!). Eles ficam em torno de duas horas por ali, e ficamos imaginando o quão frustante isso deve ser; uma das piores coisas numa viagem é não poder decidir como administrar o tempo. Ainda bem que nós temos o dia inteiro – muitas margueritas pela frente!

Passamos um dia quase perfeito por ali. O quase fica por conta de uma das rodas do carro que foi roubada em pleno estacionamento. Os nativos nos explicaram que os roubos aumentam bastante depois do carnaval, quando todo mundo gastou o que tinha na festa (que é bem forte por lá). O saldo final foi um boletim de ocorrência em holandês (!) e ressarcimento de 150 dólares para a locadora. Ruim, mas não o fim do mundo. Como poderia?

Playa Grote Knip (ou Groot Knip ou Kenepa Grandi)

Uma das poucas praias públicas, uma oportunidade de observar os nativos em seus momentos de lazer, esticados na areia ou se jogando no mar a partir das pedras. Obviamente, fica bastante lotada nos finais de semana.

Infraestrutura não é o forte dessa praia, nem se compara com as outras, mas tudo bem. Impossível não deixar o queixo cair com uma água dessa cor. Parece que Netuno acendeu as luzes lá embaixo.

Antes de parar para aproveitar a praia, e já que não havia restaurante por ali, fizemos uma busca nas redondezas e encontramos um lugar bem interessante, o Rancho El Sobrino, que é também uma pousada.

Seu restaurante de comida crioula conta com uma decoração simples, bem caribenha e informal. É como almoçar na varanda da casa de um amigo e, pelo horário que fomos, éramos os únicos clientes. O camarão com arroz e feijão e o peixe grelhado com fritas estavam deliciosos.

Perto dali há uma prainha chamada Knip que também vale uma passada. Sem infraestrutura, igualmente bonita e bem menos cheia.

Playa Kalki

Essa é de interesse dos mergulhadores. Ali fica um dos melhores pontos de mergulho de Curaçao, Alice in Wonderland. A praia não é das mais bonitas mas é um verdadeiro luxo para quem gosta de mergulhar, dadas as inúmeras facilidades oferecidas.

A começar pelo dive center Ocean Encounters West, hoje chamado Go West Diving. Ele está localizado na costa, a poucos passos do ponto de mergulho. A infraestrutura conta com equipamentos, lojinha, vestuário, banheiro, armário para guardar os pertences e até tanque de água doce para lavar o equipamento. É só se equipar, caminhar alguns passos pelo píer e cair diretamente no ponto de mergulho, uma parede que abriga um lindo recife de corais.

Pra matar aquela fome pós-mergulho, há um bar perto dali com uma deliciosa varanda, o Kalki Beach Bar & Grill, que pertence ao charmoso hotel Kura Hulanda Lodge. O hamburguer de peixe é uma boa pedida.

Outros Passeios Imperdíveis

Em Curaçao pudemos realizar um sonho que é também uma coisa que toda pessoa deveria fazer antes de morrer: mergulhar com golfinhos. Na Dolphin Academy,que fica junto ao Sea Aquarium em Willemstad, isso é possível.

Não é barato, mas a interação com estes animais tão simpáticos e queridos é uma experiência para toda a vida e ainda pode ser registrada em fotos ou vídeo.

Há diversos programas disponíveis, desde um simples encontro em águas rasas até os mergulhos de cilindro em mar aberto. Pessoas de qualquer idade e até mesmo com necessidades especiais podem participar. Nós escolhemos o programa Dolphin Freedive, que custa em torno de US$ 170. É necessário usar máscara e snorkel e conseguir mergulhar por algum tempo prendendo a respiração. Antes de cair na água, recebe-se um briefing dos treinadores dos animais sobre como se comportar e como fazer amizade com eles. Como os grupos são pequenos, dá para interagir bastante com os golfinhos. São 30 minutos de puro deleite!

Na chegada ou na saída, pausa para conferir o mini-zoo e seus exóticos habitantes.

  

E não dá pra ir embora sem fazer um happy-hour no convidativo Hemingway Beach Bar & Resort, localizado a alguns passos dali. Depois da façanha, um merecido drink.

     

Mas nem só de praia, mar e golfinhos vive Curaçao. Para um toque cultural nessa viagem, o endereço certo é o Kura Hulanda.

Trata-se do projeto de um milionário holandês que revitalizou oito quadras de uma área residencial de Otrobanda, transformando-a num complexo que inclui um hotel cinco estrelas, spa, cassino, jardins, cafés, restaurantes, lojas de arte e até um museu africano.

O Kura Hulanda Museum é um museu antropológico que foca nas culturas predominantes de Curaçao e conta com a maior coleção africana do Caribe.

Esta escultura de bronze, de um artista local chamado Nel Simon e intitulada Mama Africa, simboliza o continente africano como mãe da humanidade. De frente, vemos um rosto de mulher; de lado, o mapa do continente africano.

       

O acervo conta com lindas peças africanas e relíquias de ouro da era pré-colombiana, entre inúmeros outros objetos.

Após a visita do lugar, pausa para relaxar na sombra das árvores degustando uma taça de Pinot Grigio gelado, com uma companhia bem discreta.

       

O licor

Por último, não dá para não citar o conhecido licor feito com casca de laranja que tem o mesmo nome da ilha. Dizem que ele é o embaixador internacional de Curaçao, pois primeiro as pessoas conhecem a bebida e só depois procuram saber do país. Não posso contestar, pois comigo foi assim. Eu gostava bastante dos drinks de gim tônica com curaçao blue, especialmente pela intensa cor azul do mar, e jamais imaginei que um dia eu realmente iria até Curaçao.

O legítimo licor de Curaçao, obviamente, só é produzido na ilha, com as laranjas Laraha. A história conta que nada do que se plantava naquela terra árida vingava; as laranjas eram amargas e sem utilidade, até o dia em que alguém descobriu que da sua casca poderia ser extraído um óleo muito aromático. E daí nasceu o licor, originalmente incolor, que é produzido pela Destilaria Chobolobo desde 1896, em Willemstad. O lugar é aberto à visitação.

Na época trouxemos de lá uma delicada garrafinha de porcelana branca com desenhos e textos em azul. Não sei se era uma edição especial, mas foi o melhor souvenir trazido da ilha.

Curaçao, mi dushi, danki!

Recordar é viver. E como a vida é boa em Curaçao. Se você gosta muito de praia, mas gosta de um tempero a mais, é o destino perfeito no Caribe. No próximo post, Aruba!

Maiores Informações:

Site oficial de Curaçao

Curaçao para mergulhadores

Go West Diving

Museu Kura Hulanda

Dolphin Academy

Licor de Curaçao

Praia de Cas Abao

Praia de Portomari

Hotel Lagun Blou Dive & Beach Resort

Restaurantes e bares:

De Governeur

Rancho El Sobrino

Kalki Beach Bar & Grill

Hemingway Beach Bar & Resort

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Sobre Pati Venturini

Engenheira, blogger, chocolatière na Méli-Mélo Chocolat e co-autora do blog de gastronomia e viagens De Garfos e De Quartos.
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20 respostas para Curaçao, um pedaço da Holanda no Caribe

  1. Sueli OVB disse:

    Que delícia, Pati!
    Seu texto é maravilhoso e as fotos estão lindas. Impossível não viajar com você!
    Também já nadei com golfinhos e foi uma experiência marcante.
    Beijos

  2. Renata disse:

    Me apaixonei pela cor do mar, lindooo!
    Você acha que quantos dias você consegue conhecer a cidade?
    Vou começar a fazer uma pesquisa de aluguel de pousadas, hoteis,casas!!
    Parabéns pelo post, o lugar realmente é lindo

    • Oi Renata! Que bom que você gostou do post! Você pretende ficar só em Curaçao? Se for, na minha opinião uma semana no mínimo seria o ideal para curtir as praias e a capital Wilemstad. É mais ou menos o periodo dos pacotes. Já se você quiser incluir Aruba (nosso próximo post que sai em seguida) ou Bonaire, que são ilhas próximas, talvez precise reduzir o tempo, neste caso reserve ao menos uns quatro dias. É a melhor ilha dessas bandas, com certeza você ficaria bastante tempo lá sem vontade de voltar! Fique quanto puder!
      Abraço,
      Patrícia

      • Lorena disse:

        Oi Patricia,
        Pretendo ir em Aruba também!! To pesquisando as ilhas que valem a pena conhecer!!
        Vou esperar o seu próximo post sobre Aruba 🙂 rsrsrs
        A cor do mar enlouquece qualquer um!!!! Se pudesse ficaria 30 dias visitando as ilhas!!
        Obrigada pela atenção
        Renata

  3. Renata disse:

    Oii Patrícia,
    Obrigada pela dica 🙂
    Vou esperar o proximo post e quero sim conhecer Aruba!
    rsrsrsrs pois é, essas águas claras são de enlouquecer, se pudesse ficaria 30 dias fazendo um tour pelas ilhas.
    Ficarei esperando o próximo post e obrigda pela anteção!!

  4. Lorena disse:

    Lindo o post e as fotos
    Parabéns

  5. Beatriz Valle disse:

    Patricia e André : Como eu admiro vocês dois e a parceria que vocês têm. Porque graças a isto podemos ter noticias de lugares maravilhosos, de natureza deslumbrante. Olha que lindo é o Colorado, no inverno pura neve, ideal para passar o natal sonhando com os tempos de antigameente. E no verão as flores coloridas da paisagem deslumbrante. A natureza nos premia com essas paisagens, e graças a vocês e sua disposição, podemos ficar ao par de tanta beleza.Meus parabéns pelas suas viagens, e digo, seu blog está perfeito, nunca vi outro igual.

  6. Carol disse:

    Estou fechando minha Lua de Mel pra Curaçao para março/2013… Suas dicas são ótimas!!! Já está tudo anotado… Muitos detalhes e tudo muito bem explicado!! Eu e meu noivo também somos mergulhadores autônomos. Vou estar sempre seguindo seu blog, adorei!!!!

    • Carol disse:

      Tenho uma pergunta importante… Quantos dias vocês ficaram lá????

    • Oi Carol!
      Nossa, muito feliz em saber que o blog foi útil para o planejamento de um momento tão importante como esse! Obrigada pelo gentil comentário e por decidir nos acompanhar! 😉
      Nós estivemos em Curaçau por quase uma semana e ainda ficou muito ponto de mergulho por explorar… Essa é definitivamente uma ilha onde o tédio não existe!
      Abraço
      Pati

  7. Leandro disse:

    Olá. Primeiramente, parabéns pelo site!
    Estaremos, minha espoa e eu, em Aruba e Curação em Setembro. Também somos mergulhadores credenciados e vi que vocês alugaram equipamentos e partiram em “missão solo” para as praias para shore diving.
    Abusando da bondade… Poderiam, se ainda possuirem, me passar as praias para esse tipo de mergulho e a locadora de equipamentos e se possível uma noção de $.
    Grato.
    Leandro

    • andremazeron disse:

      Oi Leandro, que bom que gostou do site!

      Nossos shore diving foram em Curaçao. São dezenas de opções, e se fosse montar uma lista, correria o risco de deixar algum ponto bacana de fora porque não chegamos a fazer tantos mergulhos assim por lá. Mas não podemos deixar de falar do point Alice in Wonderland em Playa Kalki, que foi disparado o melhor mergulho na ilha e um dos mais bonitos que já fizemos. É imperdível. Existe uma operadora na própria praia, que não chegamos a utilizar porque já tínhamos pego os cilindros em outra cujo nome vou ficar devendo. O resto do equipamento era todo nosso.

      Em Aruba, só fizemos mergulhos embarcados, e para nós, a grande estrela foi o Antilla, com 120m de comprimento. É um mergulho muito bacana e bem acessível, porque ele está a pouca profundidade. No post de Aruba nós falamos mais sobre ele e sobre a operadora que utilizamos.

      Abraço,

      André.

  8. Olá Patrícia,

    Antes de mais nada, parabéns pelo blog.
    Excelentes fotos.
    Ótimas informações.
    Descobri-lo foi bastante oportuno para mim, já que eu, minha mulher e filha estamos de viagem marcada a Curaçao e Aruba em 20janeiro de 2014 com mais dois casais com filhos. 10 dias, 5 em cada ilha.
    No nosso caso, como a “farra” do grupo faz parte da viagem, preferimos alugar casa (na verdade, casarão) ao invés de hotel e alugar carro para rodar as ilhas e escolher os melhores pontos de praia e mergulhos.
    Nesse contexto, tenho uma pergunta: vc viu se por lá fazem batismo de mergulho? Alguns do nosso grupo ainda não tem a carteira de mergulhador.
    Bom, é isso. Mais uma vez, obrigado pelas informações preciosas.
    Leo

    PS1: Comecei um blog esse ano tb como hobby, mas infelizmente me falta mais tempo para recuperar várias informações de viagens passadas e completá-lo adequadamente. Ainda é bem “work in progress”, mas acho que doravante vou levar mais a sério e fazer os registros imediatamente após as viagens. Qdo vc tiver um tempinho passa lá (http://leoviajandao.blogspot.com.br/). Seria legal saber sua opinião.

    PS2: Tb estou “usando” suas informações da Suíça. Farei uma viagem por lá (Lucerna, Berna, Interlaken, Montreux, Genebra) em fevereiro logo após a do Caribe….emendando férias…estava precisando!! rsrsrs

    • Oi Leonardo
      Uau, que férias hein? Dois destinos top e completamente diferentes! Parabéns.
      Que bom que gostou do blog, e melhor ainda, que ele está sendo bastante útil!
      Bom, quanto ao batismo de mergulho, imagino que deva ter, basta verificar com as operadoras. Nós não vimos nenhum pois a maior parte do tempo estivemos sozinhos fazendo shore diving (em Curaçao), e nossas únicas saídas de barco foram em Aruba, mas só com mergulhadores graduados. Boa sorte e bons mergulhos!
      Abraço,
      Pati

  9. Karen Hünecke disse:

    Parabéns pelo blog!!!!
    Ameeei as dicas!!!!
    Vou para Curaçao no próximo mês e estou ainda mais empolgada!!!
    = )

    • andremazeron disse:

      Obrigado Karen! Aproveite a viagem! Nós pretendemos voltar lá. E se for por Caracas, atenção à segurança, porque os problemas por lá continuam infelizmente.
      Abraço,
      André.

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