Baía de Paraty – as ilhas, as praias e o Saco do Mamanguá

Por Patrícia

Já falei do charmoso Centro Histórico de Paraty, mas estamos à beira-mar e navegar é preciso.

Arredores do Porto de Paraty

Arredores do Porto de Paraty

A Baía de Paraty faz parte da Baía de Ilha Grande, a quarta maior do país. A única forma de conhecer as dezenas de praias e ilhas espalhadas ao longo dessa baía é de barco. Infelizmente as praias mais próximas do Centro, como a Praia do Pontal e Jabaquara, são impróprias para banho.

Águas calmas na Praia do Pontal e homenagem ao mais famoso pirata de Paraty

Praia do Pontal e a propaganda do “Pirata de Paraty” (o Jack Sparrow de lá)

Isso mesmo. Para acessar uma boa praia por lá, somente por barco. Nada daqueles confortos de praia a uma quadra do hotel. Mas o que parece tão complicado pode se tornar o diferencial dessa viagem.

Porto de Paraty

Porto de Paraty

Basicamente há duas opções: comprar um passeio de escuna ou alugar a sua própria embarcação. Os passeios de escuna são mais em conta, mas é preciso estar no clima de compartilhar o espaço (no barco, no mar, na praia) com muita gente e não poder fazer a sua agenda. Bom, você sabe como funciona.

Escuna no porto, prestes a sair: fiesta a bordo

Escuna aguardando a saída no porto

A segunda opção, embora mais cara, é de longe a mais interessante. O tipo de barco vai depender do bolso; há desde lanchas, veleiros e iates até as simpáticas e coloridas traineiras, mais em conta. A partir de R$ 400 já é possível alugar uma delas para um passeio de cerca de 5 horas. Foi o que eu e mais duas amigas fizemos. Pesquisamos algumas opções na Internet e resolvemos tudo por telefone.

A escolha pela Traineira Latitude foi muito acertada. Barco renovado, limpíssimo, de cores discretas e muito confortável. Há assentos almofadados em courino branco na proa e na popa, mas a mordomia mesmo fica na parte superior do barco, onde há um grande colchão branco com almofadas coloridas. Perfeito para um passeio entre amigos. A capacidade é para 20 pessoas.

Traineira Latitude: toda nossa pelo resto do dia

Traineira Latitude: toda nossa pelo resto do dia

O André, nosso condutor, guia e proprietário do barco, conhece muito bem a região e as suas histórias. Procurou pelos melhores pontos para banho e mergulho, sugeriu bons lugares para almoço, providenciou frutas e bebidas. Acabamos fazendo duas saídas de barco com ele e pudemos conhecer melhor os encantos dessa maravilhosa baía.

Dia 01 – De ilha em ilha, de praia em praia

A Baía de Paraty é um presente dos deuses para quem ama o mar. O litoral recortado e abrigado proporciona águas muito calmas, tornando-a um dos melhores locais que já conheci para navegação.

A vista que deixamos para trás mais parece um quadro, com os barcos emoldurados pela Serra da Bocaina.

Passamos pela Marina do Engenho, de propriedade de Amyr Klink. É lá que está ancorado o Paratii 2, barco corta-gelo utilizado na sua incrível expedição entre a Antártida e o Ártico.

O Paratii 2 de Amyr Klink, na Marina do Engenho

O Paratii 2 (segundo barco da esquerda para a direita)

Eu já mencionei que sou fã de Amyr. Adoro seus livros e a forma como organiza suas expedições. Adorei ver seu barco, ainda que de longe.

A partir dali, o cenário de praias e ilhas começa a se apresentar. E descobrimos que o nome de Costa Verde, dado às regiões de Ilha Grande e Paraty, não é em vão. Todas as praias são cercadas pelo verde da Mata Atlântica, a natureza é simplesmente exuberante.

Uma praia deserta e uma casinha: sonho

Uma praia deserta e uma casinha: um sonho

Mansão à beira-mar

Mansões à beira-mar: um luxo

A proposta de luxo à beira-mar parece atrair a muitos, inclusive a Paris Filmes, que tem uma bela estrutura própria por ali.

Praia da Paris Filmes

Praia da Paris Filmes

Primeira parada, Praia de Jurumirim, onde Amyr Klink possui a única casa do lugar. É um bom ponto de mergulho livre, conhecido pela grande incidência de tartarugas.

Praia de Jurumirim

Praia de Jurumirim

A faixa de areia e a casa de Amyr Klink

Casa de Amyr Klink: sem energia elétrica

Jurumirim também convida a não fazer nada. Um ponto perfeito para ficar ancorado curtindo o entorno e se dando conta de que, isso sim, são férias.

Também é possível desembarcar na faixa de areia, mas resolvemos seguir adiante. Até porque mais uma escuna já se acomodava por ali… Vantagem de quem pode decidir sua própria agenda.

Passamos pela Praia da Conceição e admiramos o cenário solitário de águas calmas, muitos coqueiros e uma única casa.

Praia da Conceição

Praia da Conceição

A seguir vem a Praia da Lula, no mesmo estilo da Conceição, porém um pouco menor. Convida a uma pausa para colocar o pé na areia.

Praia da Lula

Praia da Lula

Um pouco mais adiante fica a Praia Vermelha, onde aportam muitos barcos e escunas por conta da melhor infraestrutura de quiosques. Próximo dali há uma mansão que, além de ícone de arquitetura contemporânea,  pertence aos herdeiros de Roberto Marinho. O esquema de segurança é reforçado (leia-se armado) e dá o recado de que é uma praia privada: get out. Triste lembrete de que diversos milionários construíram de forma ilegal nas ilhas dali, desmatando áreas preservadas de Mata Atlântica, e hoje travam verdadeiras batalhas na justiça para não serem obrigados a demolir suas mansões.

Em frente à Praia Vermelha há mais um bom ponto de mergulho livre, a Ilha da Pescaria. Nos deparamos com essa água transparente, perfeita.

Ilha da Pescaria

Ilha da Pescaria

Quando bate a fome, nada melhor do que um almoço tardio numa das ilhas que possuem restaurante. Não há muitas opções, e em baixa temporada elas são ainda mais limitadas, mas a que mais me havia despertado a curiosidade, felizmente, estava funcionando.

A Ilha do Catimbau é uma pequena formação rochosa onde funciona um simpático restaurante chamado Eh-Lahô. A lancha do restaurante vai até os barcos para buscar os comensais.

A pequena e rochosa Ilha do Catimbau

Ilha do Catimbau

O Eh-Lahô é comandado por um casal formado por uma holandesa e um brasileiro, que mora ali com seus três filhos desde 1997. Impossível não se surpreender com o ambiente. As paredes do restaurante são as próprias rochas, e não há portas nem janelas: total integração com a natureza.

Eh-Lahô: paredes de pedra e vista sem igual

Eh-Lahô: paredes de rocha e vista para o mar e os morros

Eh-Lahô: ambiente integrado à natureza

Decoração rústica e integrada à natureza

Escolhemos uma mesa na beira da água e de cara já recebemos um potinho de ração para nos distrair alimentando os peixes.

Alimentando os peixes - festa subaquática

Alimentando os peixes – festa subaquática!

O cardápio daquele dia era simples. Plancha de frutos do mar (carro-chefe da casa), peixe com acompanhamento a escolher ou um prato kids completo e delícia que serve muito bem um adulto. A posta de cavala que comi estava simplesmente deliciosa. Os preços são salgados mas dentro do contexto, como toda ilha; além do mais, vale a experiência.

Momento divertido: para ir ao banheiro, que também é encravado nas pedras, é preciso atravessar uma ponte pênsil, cercada de piscinas naturais. Lá no fundo também fica a residência da família.

Antes de voltar a Paraty, uma parada de fim de tarde na Ilha dos Mantimentos, que possui uma edificação um tanto bizarra, misto de forte e castelo. Na época colonial, era ali que os portugueses deixavam os alimentos quando não podiam chegar até o porto por conta da maré. O milionário proprietário dessa ilha levou alguns exemplares de mico leão dourado para lá; com um pouco de sorte é possível avistá-los a partir do barco mesmo. Ficamos por ali numa boa, ouvindo Adriana Calcanhoto, a marolinha batendo suave nas pedras da ilha… Mas o registro do mico leão dourado ficou para a próxima.

Dia o2 – Indo mais longe: o surpreendente Saco do Mamanguá

Com a colaboração do nosso barqueiro, consegui fotografar a vista que é o cartão postal clássico de Paraty, com a Igreja de Santa Rita de Cássia ao fundo. É bom se lembrar de fazer isso pela manhã, pois dependendo do horário do retorno no final do dia, pode não haver luz suficiente para a foto.

Deixamos para trás as nuvens pesadas. À nossa frente o dia estava mais bonito e mais ensolarado que o dia anterior. Fizemos uma rápida pausa para abastecimento, e me diverti conhecendo um posto de combustível para barcos!

Com águas incrivelmente calmas, a navegação estava excelente e permitindo ir mais além, até o tão falado Saco do Mamanguá. Mas até lá, fizemos um trajeto diferente do dia anterior.

Primeira parada do dia, Ilha Comprida, um ponto conhecido por ser um aquário natural. É uma verdadeira piscina junto às rochas com abundância de vida marinha.

Ilha Comprida

Ilha Comprida

A seguir, Enseada da Preguiça e Saco da Velha. É um lugares mais bonitos da Baía da Paraty e é impossível resistir a um mergulho nesse cenário.

Enseada da Preguiça

Enseada da Preguiça

A vista dali é linda; a forma como vemos as ilhas nos dá impressão de o lugar é completamente abrigado. Dá quase uma sensação de aconchego. Ao longe já se avistam os paredões do Saco do Mamanguá, nossa próxima parada.

Arredores da Enseada da Preguiça, com Saco do Mamanguá ao fundo

Arredores da Enseada da Preguiça, com Saco do Mamanguá ao fundo

O Saco do Mamanguá é o único lugar no Brasil com formação similar à dos fiordes noruegueses. Trata-se de um braço de mar de 8 km que avança continente adentro, com largura de cerca de 2 km, cercado de formações rochosas. Um local totalmente abrigado, que pertence à Área de Proteção Ambiental do Cairuçu e abriga duas ilhas, 33 praias minúsculas e um manguezal. Aqui novamente a Mata Atlântica cria um cenário belíssimo.

O nome “Mamanguá” se deve a uma formação rochosa que lembra o formato de duas mamas. Outra formação curiosa é o Morro do Pico, que lembra o formato do Pão de Açúcar.

Saco do Mamanguá - à esquerda as duas "mamas" e à direita o Morro do Pico

Saco do Mamanguá – à esquerda as duas “mamas” e à direita o Morro do Pico

O acesso ao Saco do Mamanguá é feito somente por barco a partir de Paraty ou Paraty-Mirim, vilarejo vizinho de Paraty, e é preciso que o tempo (e os ventos) colaborem com a navegação. A experiência de adentrá-lo é inesquecível: águas muito tranquilas, praias minúsculas e desertas, poucas embarcações à vista. É como chegar em outro mundo: brisa, silêncio, beleza, paz.

Aos pés do Morro do Pico há uma pequena praia conhecida pelos locais como Praia do Ícaro. Ícaro é empresário e proprietário da mansão que serviu de hospedagem e cenário para as gravações de Amanhecer, o quarto filme da saga vampiresca Crepúsculo, que agitou Paraty.

Praia do Ícaro

Praia do Ícaro

A mansão, toda em madeira e vidro, conta com 15 suítes e também está ameaçada de demolição – mais uma construção irregular no paraíso.

A mansão da saga Crepúsculo

A mansão da saga Crepúsculo

Não, eu não sou fã de Crepúsculo. Mas há que se reconhecer que esse lugar é especial, perfeito para ancorar o barco e passar alguns momentos de muita exclusividade. É possível ir nadando até a praia, fazer uma curtíssima caminhada na areia ou passar alguns momentos simplesmente tomando banho de sol e admirando a beleza daquela costa. Sem ninguém por perto.

Almoço na região não é algo muito simples, mas nosso barqueiro contatou um pescador que mora às margens do Mamanguá e opera um pequeno restaurante, o Restaurante do Dadico, para avisar da nossa chegada.

Restaurante do Dadico

Restaurante do Dadico

O simpático Seu Dadico, além de receber os viajantes, possui uma pequena oficina de barquinhos artesanais feitos com caixeta, uma madeira clara e leve da região, e está trabalhando na abertura de uma nova trilha de ecoturismo.

De cara já simpatizei com o ambiente de beleza rústica, com móveis de madeira crua, telhado de piaçava e bromélias por todos os cantos.

Nos acomodamos à beira-mar e pedimos uma caipirinha feita com cachaça artesanal da região.

Sombra, caipirinha e vista espetacular

Sombra, caipirinha e vista espetacular

Nosso barqueiro foi dar uma ajuda na cozinha e até ajudou a servir a mesa. Uma delícia de ambiente informal. A comida caiçara é simples, mas da melhor qualidade. Salada variada e fresquíssima com azeite de oliva português, aipim frito, lula à dorê, camarão alho e óleo, arroz, feijão, peixe. Antes de ir embora fomos convidadas a conhecer a cozinha, que fica encravada na pedra.

André nos contou que os europeus ficam encantados com esse passeio. Não resta a menor dúvida. É uma experiência que desperta os sentidos e nos faz deixar todas as mazelas da vida moderna para trás. Ir de encontro à natureza e à simplicidade é um verdadeiro luxo nos dias de hoje.

Nos despedimos e agradecemos ao Seu Dadico pela simpática acolhida.

Seu Dadico, tímido para a foto

Seu Dadico, tímido para a foto

Fiquei pensando em, uma hora dessas, passar uns dias pelo Saco do Mamanguá. Há três pousadas na região e uma delas é um eco-lodge, oferecendo um pouco mais de conforto. Não é de admirar que as opções sejam restritas, afinal não há luz elétrica e só se chega de barco; é um lugar praticamente isolado. Esse é um dos seus trunfos.

Estávamos longe de Paraty, com duas horas de navegação pela frente. O dia lindo convidava a uma sesta na parte de cima de barco. Eu fiquei por lá mas preferi curtir o final de tarde de olhos bem abertos, admirada com tanta beleza para ser vista e tanta paz a ser sentida. É um dos lugares mais surpreendentes que conheci nos últimos tempos.

Já quase chegando a Paraty, fomos brindadas com o mais lindo pôr-do-sol que vimos durante nossa estada.

As diferentes nuances das montanhas da Serra da Bocaina contrastavam com os tímidos tons de laranja do céu e o espelhado da água.

Em seguida já avistamos os contornos do Centro Histórico e a luz dos lampiões nos dando as boas vindas. Nos despedimos de André, nosso fiel barqueiro, agradecendo por este maravilhoso e memorável passeio de barco. Falando por mim, o melhor passeio de barco que já fiz na vida.

André e seu barco Latitude

André Soares e seu barco Latitude

Dia 03 – Esticando na areia

Passar o dia no barco é uma delícia, mas se bater a vontade de ficar esticado na areia, é possível contratar um serviço de táxi com lancha, a partir do Porto, e ir diretamente até uma praia próxima, como a Vermelha, que fica a 15 minutos de distância do porto.

Praia Vermelha

Praia Vermelha

Não é um serviço regular, depende de chegar no cais e verificar, na cara e na coragem, quem teria disponibilidade para o passeio. Nós conseguimos uma lancha por R$ 200, e o nosso barqueiro ainda optou por ficar na praia nos aguardando. Sem pressão de horário para voltar.

Como chegamos cedo, tivemos um bom par de horas para descansar, caminhar e fotografar a praia nesse dia nublado e preguiçoso…

…Até o surgimento das primeiras escunas.

Com um pouco mais de sol, e se o único restaurante dali não fosse simplesmente terrível, teria sido mais uma experiência perfeita.

Retornando a Paraty, a lancha não nos deixou no Porto, mas sim num pequeno cais ao lado do rio Perequê-Açu, bem pertinho da praça. Adorei essa mudança pois consegui fotografar um novo ângulo de Paraty, dessa vez com a Igreja Nossa Senhora das Dores ao fundo.

Adorei essa nova forma de ir à praia. Nunca fui uma grande fã do agito e hiperlotação da maioria das praias brasileiras, lotadas de vendedores ambulantes e onde se batalha bravamente por um lugar ao sol. Eu certamente poderia me acostumar com férias assim!

Atualização de Post: a Ilha do Catimbau foi fechada pelo Ibama, portanto o restaurante Eh-Lahô não está funcionando mais. Não se sabe quando e se reabrirá. A família que operava o restaurante e morava na ilha há 15 anos (!) agora opera o Restaurante Catimbau, na praia do Baré. Particularmente torço pela reabertura do Eh-Lahô, pois toda sua estrutura é completamente integrada à natureza.

Maiores Informações:

Barco Latitude

E-mail: barcolatitude@hotmail.com – Fone: 24-9999-9858 0u 24-7835-3190

André Soares tem um vasto conhecimento da região, fala inglês e oferece um serviço de ótima qualidade. Também indicou restaurantes e outros prestadores de serviço que foram testados e aprovados.

Paraty Adventure

Agência que providenciou o primeiro passeio. Possuem parceria com diversos tipos de embarcações.

Sobre Pati Venturini

Engenheira, blogger, chocólatra e co-autora do De Garfos e De Quartos.
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27 respostas para Baía de Paraty – as ilhas, as praias e o Saco do Mamanguá

  1. Oi, Patrícia. Tudo bem?

    Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Natalie – Boia Paulista

  2. Legal Natalie!! Muito obrigada mesmo!! Sempre um prazer ser selecionado para essa seleta Viajosfera.
    Bj
    Pati

  3. Adorei, mais um lugar anotadissimo…
    As fotos estão maravilhosas, sou muito ligada em imagem e são perfeitas!!!
    Descobri vc lá no Sol de Barcelona..
    Abraços,
    Paula
    http://www.mochilinhagaucha.blogspot.com.br

  4. Oi Paula
    Que bacana! Obrigada pela visita!
    Fico muito feliz em saber que gostou das fotos, pois é o meu hobby da vez… Ando viciada em fotografia, então os posts sempre tem muitas fotos para ajudar a contar a história :)
    Vou fazer uma visitinha no teu blog também!
    Abraço!

  5. Pingback: Gastronomia em Paraty | De Garfos e de Quartos

  6. Paula
    Não estava conseguindo comentar no teu blog, vou tentar novamente!
    Abraço

  7. Samanta disse:

    Oi Patrícia,
    Descobri seu blog lá no ” Viajenaviagem”!
    Parabéns!!
    Você saberia me dizer como é a festa de Reveillon em Paraty? Aliás, há festa de Ano Novo em Paraty???

    Bj,

    Samanta

  8. Oi Samanta
    Obrigada pela visita, que bom que gostou do blog!
    Olha, como falei no post do Centro Histórico, estive lá em baixa temporada – eu evito a todo custo esse tipo de lugar em alta temporada. Como todo destino de praia, com certeza tem festa de Reveillon, mas não posso te dizer como é pois nunca participei. Posso fazer uma idéia com base no que vi e ouvi: Paraty não comporta festas populares, com superlotação, pois as ruas do Centro Histórico são estreitas e falta infraestrutura. Perde-se a atmosfera de charme, pode acreditar. Não sei como é o teu perfil de viajante, mas eu evitaria a todo custo :)
    Abraço,
    Pati

  9. Obrigada pela visitinha lá no blog, essa região do Mamanguá é lida demais né ?
    bjos
    Nivea

    • Oi Nivea
      Agora quem agradece a visita sou eu! Fiquei empolgada em conhecer mais alguém que já foi ao Saco do Mamanguá! Até onde sei, pouca gente conhece ;)
      Bj
      Pati

  10. Que gostoso, adorei o relato e mais ainda as fotos! Passei 12 anos indo acampar todas as férias de julho em Paraty e hoje está sendo a casa (veleiro) do meu filho mais velho! Delícia mesmo! Parabéns

  11. Pamela Rios disse:

    Olá, você tem sugestões de hotéis em Paraty?
    Obrigada.

  12. Oi Pamela
    Eu fiquei na Pousada do Príncipe, fora do Centro Histórico mas perto o suficiente. Simples mas atendeu o propósito. Recomendo uma busca no Tripadvisor, disparado a melhor fonte para consultas do tipo.
    Abraço,
    Pati

  13. Realmente divino,tbm fiz esse passeio em fevereiro deste ano.Inesquecível!!!

  14. Oi Cris
    Obrigada pelo comentário! Palavras como “divino” e “inesquecível” dão bem a dimensão desse passeio, com certeza.
    Abraço,
    Pati

  15. Katia disse:

    Lindas as fotos, hj vendo seu blog eu ja liguei pro andre e marquei fim de semana para 10 pessoas!!!bjs

  16. Andre Soares disse:

    Oi Pati,tudo bem? Eu agradeço muito pela postagem do Latitude e tenho recebido consultas de clientes atraves do Blog…Muito obrigado! Abs
    Andre Soares (Barco Latitude)

  17. marcos navarro disse:

    adorei !
    parabéns e obrigado !

  18. Marco Russi disse:

    Pati, muito bom o seu post. Gostei muito de tudo o que vi por aqui. Estou indo passar o próximo final de semana em Paraty. Vou ter apenas o saábdo para fazer o passeio de barco. Peço uma sugestão de qual dos passeios no baco, você acha mais imperdível. Gosto muito de gastronomia também. Obrigado

    • Oi Marco,
      Que ótimo, muito obrigada!
      Quanto ao passeio de barco, acho imperdível o Saco do Mamanguá, mas depende muito de condições climáticas e só o barqueiro vai poder confirmar isso. Mas a baía toda é muito linda, com prainhas desertas e bons pontos de mergulho. Um bom barqueiro particular vai te levar nos principais pontos, aí você escolhe onde quer passar mais tempo.
      Abraço e boa viagem!
      Pati

  19. Oi Patrícia.
    Parabéns pelo blog. Muito bom e bonito. Suas fotos estão belíssimas! Encontrei-o pelo Google procurando postagens das praias de Paraty pois estou iniciando um blog de viagens e queria algumas informações adicionais. Estive em Paraty na semana passada e estou preparando uma postagem sobre isso.
    Vou ficar seu fã. Abraços

    http://verdadesdeumser.blogspot.com.br/

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